
Carro novo
Zero-quilômetro de qualquer marca, com poder de compra à vista.

Procurando consórcio de veículos em Joinville? Conquiste seu carro, moto, utilitário ou caminhão, novo ou usado, sem juros e sem entrada.

Zero-quilômetro de qualquer marca, com poder de compra à vista.

Compre em concessionária ou de particular, com segurança.

Para o dia a dia, o delivery ou o trabalho, com parcela menor.

O veículo para o seu trabalho ou a sua empresa.

Renove a frota ou comece a rodar sem comprometer o caixa com juros.
Da contratação à contemplação, você tem o acompanhamento de um consultor da unidade em Joinville e as condições da maior administradora independente de consórcio do Brasil em créditos ativos.
Em grupos com o Plano 50, a mensalidade cai à metade até você ser contemplado.
A oscilação dos juros não mexe na sua parcela, e não existe valor de entrada.
Da simulação à liberação do crédito, quem acompanha é o time da unidade.
Administradora autorizada nos termos da Lei nº 11.795/2008, no mercado desde 1991.
O Plano 50 e as demais condições dependem do grupo aberto na contratação. Um consultor da unidade mostra o que está disponível na simulação.
Clientes Ademicon pelo Brasil, no quadro Histórias de Conquista.
No carro, o financiamento costuma cobrar juros altos e pedir entrada. O consórcio troca isso por uma taxa de administração e a compra na contemplação.
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Veículo
No consórcio você paga taxa de administração, não juros, e é aí que a conta muda: no financiamento os juros se somam mês a mês até a última parcela. A Ademicon é a maior administradora independente de consórcio do Brasil em créditos ativos, e em Joinville quem monta o seu plano é a equipe da unidade.
Simular no WhatsAppFonte: comparativo com base no relatório geral das taxas de juros praticadas pelos bancos, disponível no site do Banco Central do Brasil.
| Consórcio | Financiamento | |
|---|---|---|
| Custo do dinheiro | ConsórcioTaxa de administração, sem juros | FinanciamentoJuros que se somam mês a mês |
| Entrada | ConsórcioNão precisa de entrada | FinanciamentoCostuma exigir entrada |
| Parcela | ConsórcioTende a ser mais leve | FinanciamentoMais alta por causa dos juros |
| Poder de compra | ConsórcioA carta de crédito vale como dinheiro à vista: você negocia o preço direto com quem vende o bem | FinanciamentoQuem paga o vendedor é o banco, e sobre esse valor incidem os juros que você paga até a última parcela |
Sim. A carta de crédito do consórcio de veículos serve para comprar carro novo, seminovo ou usado, em concessionária ou de vendedor particular, respeitando as regras do grupo e a avaliação do bem. Você usa a carta como pagamento à vista e negocia melhor.
Sim. A carta de crédito do consórcio não é presa a uma marca ou loja. Ao ser contemplado, você escolhe o veículo onde quiser, dentro do valor da carta, e a compra é feita à vista. Isso dá liberdade para procurar o melhor preço em Joinville e região.
Sim. A moto entra no consórcio de veículos, com carta de crédito para comprar moto nova ou usada, em loja ou de particular. Como o valor da carta é menor que o de um carro, a parcela costuma ser mais baixa e o prazo mais curto. Um consultor da unidade em Joinville mostra os grupos disponíveis na simulação.
Depende das regras do grupo. Como a carta é um valor de crédito, há casos em que ela cobre mais de um bem, por exemplo duas motos para uma equipe de entrega. Isso passa pela análise da administradora, porque cada veículo entra como garantia da operação. Leve o seu objetivo para a simulação e o consultor confirma o que o grupo permite.
Não. O lance é ofertado em recurso financeiro, correspondente a um número de parcelas, e não em bens. O que dá para fazer é vender o seu veículo e usar o dinheiro como lance, ou usá-lo como parte do pagamento na negociação com o vendedor depois de contemplado, quando já tiver a carta na mão.
Em geral sim, quando as duas cotas são do mesmo titular e estão contempladas. Somar cartas é o caminho de quem quer um veículo de valor mais alto sem contratar uma cota única grande. A operação depende da análise da administradora e das regras dos grupos envolvidos.
Sim. Quem paga financiamento de veículo pode usar a carta de crédito para liquidar o saldo devedor no banco e parar de pagar juros, seguindo com as parcelas do consórcio. A administradora analisa a documentação do veículo e do contrato antes de liberar o crédito.
Gravame é o registro no documento do veículo que informa que ele está em garantia (alienação fiduciária) até a quitação das parcelas. Ele é lançado quando a compra é feita com a carta de crédito e baixado depois que você quita a cota. Com o gravame ativo, o veículo é seu e você roda normalmente, mas não pode vendê-lo sem quitar antes.
Pode. A compra de particular é permitida e passa pela avaliação do veículo e pela conferência da documentação, tanto do bem quanto do vendedor. O pagamento sai da administradora direto para o vendedor, o que dá segurança à negociação para os dois lados.
Depende de quanto tempo você leva para reunir a documentação e de a avaliação do veículo ser aprovada. Com os documentos em mãos e o bem aprovado, a liberação é rápida. Um consultor da unidade acompanha cada etapa para o processo não travar em papel faltando.
No total, o consórcio de carro costuma sair mais barato porque não tem juros, apenas a taxa de administração. O financiamento entrega o carro na hora, mas cobra juros sobre o saldo e costuma exigir entrada. Se você pode planejar e não precisa do carro exatamente hoje, o consórcio tende a pesar menos no fim.
Quem está em atraso não concorre ao sorteio daquele mês. Regularizando, você volta a concorrer nas assembleias seguintes, conforme as regras do contrato. Por isso o valor da parcela pesa mais que o valor da carta na hora de escolher o plano.
Antes de cancelar, converse com a unidade. Costuma haver caminho melhor que a desistência: transferir a cota para outra pessoa, com anuência da administradora, ou renegociar o plano. Cancelar é a saída mais cara, porque a devolução não é imediata e tem descontos de multa e taxas, conforme o contrato.
Simule seu consórcio de veículos em Joinville com um consultor da unidade. Sem compromisso e sem promessa de contemplação.